A Rede Azul de Educação da Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição de Castres tem sua origem histórica a partir de Emilie de Villeneuve, que a fundou, na França pós revolucionária, com o intuito de servir a Deus nos mais pobres, excluídos e desprovidos da sociedade, com um olhar especial à infância e à juventude.

 

Emilie de Villeneuve foi uma mulher de seu tempo e sua história entrelaça-se a de tantas outras mulheres, mas se distingue, porque ela decidiu escrevê-la na sequência das páginas do Evangelho e entregar sua vida por um ideal maior, que plenificasse toda sua existência.

 

Nascida em Toulouse, França, aos 9 de março de 1811, no seio de uma família da nobreza rural, criou-se aprendendo e vivendo sólidos valores cristãos que, no decorrer de sua juventude, impulsionaram-na a considerar a fé não apenas na dimensão de uma espiritualidade pessoal sincera, mas numa explicitação coerente e generosa a favor do outro.

 

Tem 24 anos quando funda a Congregação, em 1836 e, enfrentando dificuldades de todos os tipos, começa a abrir obras que atendem às necessidades mais urgentes do local e do momento. Essas obras caracterizam-se, primeiramente, pelo espírito acolhedor, lúcido e dinâmico que, ao mesmo tempo que consideram a inalienável dignidade humana em todos os seus aspectos, buscam potencializá-la na realidade de forma a constituir as pessoas com quem trabalha e para quem trabalha como sujeitos responsáveis, historicamente conscientes.

 

Buscando seguir Jesus Salvador, aquele que dá sua vida por todos e resgata a de todos, de quem ela vive e por quem vive, Emilie se faz pobre com os pobres e quer ser sinal visível de que, diante de todas as circunstâncias que apelam contra a vida, que valorizam as aparências, Deus tem uma proposta e um projeto de felicidade.

 

O espaço da missão amplia-se ativamente, efetivando-se em obras sociais, escolas, catequese, que, em pouco tempo, atravessam as fronteiras da França, rumo à África. Essa ousadia de enfrentar novos desafios marcará a vida da Congregação, mesmo após a morte tão precoce de Emilie, em 1854, por ocasião de uma epidemia que assola a cidade de Castres.

 

A congregação mantém aceso e vivo, no decorrer dos tempos, o carisma de sua fundadora e não se abate quando sobrevêm as perseguições políticas contra os religiosos na França, obrigando as Irmãs Azuis a buscarem novos campos de missão. Disso e do desejo de “ir aonde a voz do pobre chamar”, deve-se a chegada a terras sul-americanas, em 1904. O Brasil torna-se terra fértil: hospitais, orfanatos, colégios, obras sociais. O carisma aqui também se revitaliza, se fortalece e impulsiona a ousadia de nossa ação educativa, espelhando a atuação das Irmãs Azuis em novas e desafiadoras frentes de missão na Ásia e partes da América Latina, e mais recentemente, no Haiti.

 

Os múltiplos apelos da contemporaneidade face às suas contradições continuam a nos interpelar e todas as áreas de missão da Congregação, a exemplo do que fez Emilie em seu tempo, buscam dar uma resposta que ressignifique a existência da pessoa em todas as suas dimensões.

NOSSA IDENTIDADE E HISTÓRIA

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